sábado, 30 de março de 2013

ATÉ ONDE VOCÊS PRETENDEM CHEGAR?

 Leiam a matéria e concordem ou não comigo...
http://literatortura.com/2013/03/26/julia-gabriele-e-o-porque-de-o-cyber/

Bom eu queria profundamente compreender certas coisas, todavia penso, até que ponto as pessoas são capazes de chegar? Ao invés de evolução o que consigo ver é um retrocesso, a cada dia que passa as pessoas agem como animais, (por que não há racionalidade em atitudes como essas) e olha que elas são comuns, mas o que vem ao caso é, a sociedade está destruindo a infância, alguém me responde por que diabos uma garota de 11 anos deve pertencer aos malditos padrões que até mesmo atormentam pessoas adultas? Infelizmente situações como essa só tendem a crescer, brincadeira é diferente de tortura psicológica. Ela é mesmo obrigada a compreender que tem que aparentar ser algo que querem que ela seja ou caso contrário será excluída? Nem adultos entendem o por que são submetidos à essa situação. Eu não sei o que pensar, o que dizer, isso é lamentável e horroroso, a sociedade do espetáculo faz isso com as pessoas, e não anda perdoando nem as crianças. Somos obrigados a criar uma imagem para agradar pessoas que não nos conhecem, que não se importam com você, mas caso você não as agrade você é desprezado,humilhado e ridicularizado.  Embora isso me revolte profundamente, já me cansei dessa palhaçada exposta no grande espetáculo da sociedade. Pensem bem a respeito, e não queiram fazer parte desse grande grupo de pessoas que não possuem o mínimo senso de humanidade.

terça-feira, 26 de março de 2013

Sobre O Exagero do Trabalho e o Descarte do "Tempo Livre" na Sociedade Atual





Por que trabalhamos? Para poder comer, ter conforto, adquirir bens de consumo, ou seja, para satisfazer nossas necessidades impostas pela sociedade capitalista, mas e o nosso “tempo livre”? O que fazemos com ele? E o que poderíamos fazer para aproveitá-lo?
Hoje enquanto lia uma matéria da revista filosofia, fiz algumas descobertas e confirmei algumas ideias que tinha e vou compartilhá-las com vocês.
A cada dia que passa o ritmo nas cidades só acelera e as pessoas se submetem a jornadas de trabalho exaustivas e desgastantes, isso em função da necessidade de consumir que cresce exponencialmente todos os dias. E há os momentos de folga que todos têm direito quando exercem uma tarefa obrigatória, o que a maioria das pessoas fazem, é utilizar esse tempo para atividades “culturais”, ou simplesmente descansar por horas e tentar se livrar de todo cansaço físico e mental. 
E o que eu quero dizer com isso? Bom, a filosofia nasceu com tempo livre, ou ócio, e foi através desse tempo que os indivíduos começaram a fazer questionamentos acerca das coisas, criticar os moldes sociais e etc. Logo, para pensar, racionalizar, criticar é preciso tempo, mas segundo a máxima capitalista “tempo é dinheiro” e dessa forma as pessoas não perdem  tempo pensando, afinal há coisas mais importantes como assistir um programa de fofocas na tv...
Aqui vai um trecho da matéria para que vocês leiam e reflitam quanto a isso:
"A negação do ócio leva à desvalorização de qualquer atividade que não gere um lucro imediato e mensurável. É assim que as atividades artísticas em geral e a filosofia, no âmbito  da educação, vão ser desvalorizadas pelo tecnicismo ou, no mínimo, não serão levadas muito a sério. [...] O próprio lazer, que deveria ser o espaço do ócio moderno, torna-se alienado, não criativo, mero tempo para se consumir mais e mais ou, o que é pior para o descanso da fadiga diária e recuperação das forças para o próximo período de trabalho. [...] Quantos executivos já estão trabalhando em casa, na praia ou na piscina? Inverte-se a lógica: não se trabalha para viver, mas vive-se para trabalhar! Tudo gira em torno do mercado, tudo se torna mercadoria na sociedade de consumo e consumista, inclusive o próprio lazer. O lazer que deveria ser criativo o ócio dos místicos, dos filósofos, dos artistas, já não encontra lugar nesse mundo da produção, do lucro e das “leis do mercado”. E até a arte, o ócio e a fé se tornam mercadoria! Tudo tem um preço no mercado comum da vida humana. Não seria essa uma das causas existenciais do aumento do consumo de drogas em todo mundo? É possível superar tanta alienação e ainda ser feliz?"
Bom gente, conseguiram problematizar? Até os nossos momentos que deveriam ser reservados para nós, são carregados de cultura de massa que buscam arrancar lucro em cima de pessoas sedentas de alguma coisa que forneça comodidade e a alegria superficial, nessa sociedade que torna seres complexos em mentes fúteis e incapazes de raciocinar de forma crítica. É olhado por esse lado, que compreendemos o porquê de tudo hoje ser tão banal tão instantâneo, o conhecimento não se fortalece, o excesso de informação sobrecarrega as pessoas, e tudo o que resta é continuar correndo igualmente a ratos dentro dessa roda que é a sociedade.
É preciso libertar-se dessa roda e seguir por outros caminhos, e que esses outros caminhos sejam escolhidos por você, é preciso ser livre e desligar-se para poder aproveitar o pouco que podemos e desse aproveitamento fazer coisas úteis que favoreçam nosso engrandecimento como ser.Vou concluir com outro trecho da matéria, e espero que que tenham gostado!
“Tempo livre, portanto, somente é livre se existencial, se embriagado de vida, e embriagar-se de vida significa libertar-se do mundo prescrito, da realidade da televisão, dos filmes em que tudo funciona perfeitamente, e da visão científica em que tudo é amarrado e ajustado logicamente. Embriagar-se de vida é permitir-se ao prazer da existência, assim como também permitir-se à dor da existência. Há quem deixe de viver por temer a dor da perda, ou então insiste em forjar explicações racionais para não usufruir o prazer ou para apaziguar a dor. Assim tudo fica mais fácil, mas inevitavelmente se torna também artificial. Às vezes o sentido de certas expressões diz muito pouco ou está muito aquém da realidade que se pretende comunicar. [...] Portanto, trata-se de abdicar de crescer e abrir caminhos, de negar a existência em favor de uma segurança impossível.

Para quem quiser conferir a matéria completa: DESOTI, C. COSTA, V. Reflexão e Prática: Ócio versus Preguiça; Tempo Livre de Sísifo. Filosofia, n° 78, p. 36 – 50, Janeiro, 2013.

sábado, 23 de março de 2013

I'M BACK!



Olá pessoas!

Estou de volta ao meu cantinho, depois de um longo tempo, e não pretendo abandoná-lo mais! O que aconteceu foi que eu havia perdido a senha e por milagre de buda, são longuinho, padrinhos mágicos ou sei lá o que consegui me lembrar! E também,  meu tempo ficou escasso, mas agora pretendo me dedicar ao que é mais importante, adiquir e passar adiante a melhor coisa que a vida pode nos dar, CONHECIMENTO!

Talvez a cara dos artigos do blog mude um pouco pois todos evoluímos, e confesso que agora penso um tanto quanto diferente, não sei se melhorei ou piorei mas mudei, contudo,  a essência da Bethânia que vos escreve ainda é a mesma. Espero poder continuar fazendo aqui o que sempre procurei fazer, encontrar a paz (e revoltar-me também,  rrsrsrs) através dessa arte que não domino muito bem mas ao menos tento, que é escrever.

E para uma entrada trinunfante preciso de boa música! Essas  que irei postar são minhas paixões/hipnose/nirvana do momento,  Escolhi as três pois são composições magníficas em todos os âmbitos possíveis! Espero que gostem, e apreciem...




UM SUPER BEIJO :*